Para mim, 6 meses de existência e 100
posts são motivos mais que suficientes para serem aqui assinalados. Isto tudo porque a minha vida mudou um pouco. Para quem passa os dias sentado num gabinete com luz natural suficiente para não ter que se queixar da vida, atende o telefone de forma estandardizada e age da maneira que lhe parece ser o melhor encontro de vontades, entre ele próprio e aquilo que dele espera a entidade que lhe retribui, este blogue representa um contraste forte. Abordar todas estas pessoas torna possível, viver momentos cujas convenções sociais em que a nossa vida se inscreve, dificilmente mo permitiriam. E depois, mais que meu,
O Alfaiate Lisboeta… sou eu. E talvez por isso sinta tudo o que me escrevem na própria pele: cada crítica, elogio ou simples advertência tocam-me como se falassem de mim, do meu cabelo, da minha rectidão ou falta dela.
Parece-me justo esboçar aqui meia dúzia de agradecimentos e convém por isso admitir que dá realmente (ainda) mais gozo escrever para 1000 ou 2000 que fazê-lo para 100 ou 200 e saber que “
gosto das tuas fotografias e dos teus textos” é a expressão que resume, da forma mais fiel, o universo dos
feedbacks que vou recebendo via comentários,
Facebook ou e-mail. Mas antes de mais, dois agradecimentos fraternos. Um ao Mário Fazendas, pelas suas brilhantes traduções, pelas quais provavelmente muitos de vós não terão chegado a dar conta, mas que, como poderão comprovar mais à frente, me trouxeram largas alegrias. Se passarem pelo
The Lisbon Tailor, o critério é simples. As traduções que vos impressionarem são do Mário, aquelas que tiverem em média, meia dúzia de gralhas por publicação, são feitas em regime de consórcio entre mim e o tradutor do
Google. Ao meu outro amigo, o
Rui Quinta, entre muitas outras coisas, obrigado pelos cartões de visita mais bonitos que já alguma vez vi (de fazer suar o
Christian Bale em American Psycho), que tornam possível que aqueles que abordo na rua, não achem que é um qualquer tarado que lhes pergunta afavelmente se não gostariam de fazer parte do seu blogue.
Queria agradecer também à
Time Out, à
TVI 24, à
SIC Mulher, ao
This is Our Thing, à
Sancha Trindade e ao seu espaço no Meia Hora e à
Time Out de novo (a mão que nos dão pela 1ª vez é sempre aquela que mais dificilmente esqueceremos) por, de formas distintas e através dos seus diferentes recursos, terem demonstrado genuíno interesse e contribuído para a divulgação do Alfaiate. Não esquecendo também todos aqueles que nos seus blogues, foram criando
links e publicando
posts sobre
O Alfaiate Lisboeta. Agradeço também ao
Fashion Real Street Star e à
Shopping & Shopper por me terem dado a descobrir que “
aldeia global” não é apenas um mero conceito teórico. Dou especial ênfase, às
3 páginas mensais que a
Shopping & Shopper (publicação bilingue, baseada em Pequim) pretende guardar para o meu trabalho, naquela que foi, até agora, a proposta mais marcante a ser-me apresentada. Mas mais importante ainda, gostava de agradecer àqueles que me visitam regularmente, em particular aos que vão deixando o que sentem; e mais que tudo e todos que já referi, a quem aqui aparece, porque sem eles…sem eles não existiria Alfaiate.