domingo, 30 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
À minha avó
“A culpa é da minha avó. A sério. Não há sítio onde vá que não meta conversa com x, interpele y ou faça sugestões a z. Fui buscar-lhe essa tara [não se preocupem com a minha avó, vai adorar que fale nela na mesma medida que adora chamar a si a responsabilidade de metade dos meus traços de personalidade; e, em abono da verdade, cabe-lhe a ela boa parte da responsabilidade de, algures na minha base genética ou experiência, ter encontrado motivos para iniciar este blogue]”
(Londres, 28 de Novembro de 2009)
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Ouvi sempre dizer que simplicidade e perfeição se cruzavam algures
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
ao Tomás, ao Pedro e ao Diogo
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Priscila
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
As asas da Desirée
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O que mais me irrita quando vejo esta foto
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Little white dress
Há uns tempos, numa destas caixas de comentários, alguém assinalou a sua primeira vez por estas bandas. Elogiava o espírito geral da coisa mas rematava que, para isto se tornar mesmo bom, me faltava algum vocabulário fashionista. Pois eu nessa matéria tenho pouco ou nada para oferecer. Costumo mandar para sítios feios as pessoas que me impingem atributos como trendy, fashion e afins; não sei o nome de específico de uma porrada de coisas (para mim há calças, calções, camisas, camisolas, t-shirts, casacos e casacões); e, de uma forma geral, não encontro grande afrodisíaco em empregar vocabulário cool nas minhas publicações (cool é baril certo? mas a ver se entendo...ser baril é cool ou é baril ser-se cool?). A verdade é que, pelo simples facto de termos um blogue, há todo um mundo que se abre. Por carregarmos no perfil de alguém que nos deixou um comentário mais espirituoso (ou, sejamos sinceros, que tem uma foto mais sugestiva), porque recebemos e-mails de outras pessoas que um dia também decidiram perder em frente ao computador algo mais que o tempo necessário para consultar o seu mail pessoal ou por outro qualquer motivo que decorre somente do princípio básico que, a partir do momento em que publicamos coisas na Web, nos tornamos também – naquele preciso instante – em seus prolíferos consumidores. Percebo que há coisas chamadas jumpsuits, navajo bags e uma quantidade infindável de matéria conceptual que, mesmo que eu quisesse apanhar (e vá...vamos até assumir que eu quero muito), seguramente que não iria conseguir. Mas, no outro dia, no decorrer de umas quantas visitas a blogues, descobri as iniciais daquilo que, pelo que me foi dado a entender, é uma espécie de abecedário do guarda-roupa feminino – o LBD. Ainda houve ali um momento em que o doente sexual que há em mim ficou na esperança de ter encontrado alguma conexão harmoniosa entre estilo/moda e uma qualquer fantasia soft core mas lá tive que me contentar com um "pequeno vestido preto” (little black dress). E como não devo ter descoberto isso há mais de 30 dias...quando encontrei estas duas miúdas em cidades diferentes, as olhei com luzes diferentes e lhes falei em idiomas diferentes pensei... “Não haverá também um L(itle)W(hite)D(ress)?”. Deve haver. Mas se tivesse feito a pesquisa antes de os escrever, nada disto teria a mesma piada. Porque para vos ser mesmo sincero, a alegria pueril que encontro neste texto é a partilha sincera da ridícula expectativa de me ter sequer ocorrido que, quando saltei da cama, poderia mesmo ter mesmo descoberto um novo conceito à escala mundial. O mesmo conceito que o Google me deve responder, daqui a cinco minutos, com uns poucos milhões resultados e que eu, se tivesse o (tal) vocabulário minimamente aceitável, já teria publicado faz tempo...
domingo, 11 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
A mesma Maria num outro Passeig del Born
Tropecei na Maria há quase um ano no Porto. E gostei de a fotografar. Mas gostei de a fotografar para além daquilo que foi o resultado final de meia dúzia de fotos nos Aliados. Porque, para além dos ficheiros JPG que reproduzo, ficam-me sempre vislumbres de conversas, curiosidades, nomes ou simplesmente momentos. E lembro-me de descobrir à Maria aquele espanto comum aos que parecem ficar surpresos por alguém perder sequer tempo a olhar para eles, lhes dirigir a palavra ou lhes dar a entender que a sua aparência lhes causou, tão simples quanto isto, uma sensação agradável
- Passeig del Born
Um nome que me havia ficado de um outro post, de uma outra foto, de uma outra beleza à qual dificilmente se permanece indiferente. A porcaria do nome de uma rua (neste caso... dum passeio) que só me pode ter ficado na memória em virtude da obsessão supostamente saudável que tenho pela tal página amadora de que vos falava ali em cima. A tal, que por um motivo qualquer que nem tento explicar, pareces fazer questão de ler neste preciso momento
Uma outra foto de uma mesma pessoa num outro momento duma outra cidade. Numa ilha ali perto onde os nomes das ruas se pronunciam da mesma forma que na Catalunha (mas onde dizem que falam uma outra coisa, um tal de maiorquino; apesar de, em Barcelona, todos os taxistas me jurarem a pé juntos que não passa duma outra forma de falarem o seu catalão)
[esta publicação pode também ser vista aqui]
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Purificación García
- Hay marcas que nos visten. Otras que nos acompañan
domingo, 4 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Sem merdas...
Eu curto sapatos de vela. Mesmo. Mas gosto deles assim. Sem grandes merdas, ideologias, valores, ou o que quer que seja metido à mistura. Sem serem, como o eram nos tempos da minha faculdade, um must have (o que eu adoro estas expressões idiotas) entre os cursos de gestão (e não me refiro a ter um ou dois pares mas a todo o espectro de pantones que as marcas de referência ofereciam) ou um autêntico harakiri nas faculdades de ciências sociais. Gosto deles assim, usados pelo Paulo Portas ou pelo Jerónimo de Sousa, pelo Mico da Câmara Pereira ou pelo Sérgio Godinho. Sem merdas, ideologias ou todo esse tipo de mariquices que não me fazem grande sentido quando tudo o que eu quero calçar-me. Porque eu acho que os vela estão acima de isso tudo. Numa tarde de skate à beira do MACBA, num lanche improvisado na Rambla Catalunya ou numa marina do Porto Olímpico (imaginem que lá fui e rematei o post como uma terceira foto que não cheguei a tirar). Gosto de os calçar, de os usar com uma t-shirt de alças ou a camisa mais pipi. Sem contexto e simbologias. De os usar porque são frescos, práticos e confortáveis. Ou simplesmente porque os calço e descalço sem me dar ao trabalho de desfazer aquele nó rematado faz anos
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
500 posts
São 500 posts. Só me dei conta agora por acaso. 500 publicações, carradas de abordagens a estranhos, umas 700 imagens, número idêntico de participantes e uns bons milhares de palavras. São 500 posts. Mérito de quem publico hoje e de quem publiquei antes. 500 posts dos quais nunca elegi favoritos mas que, desse lote que nunca existiu, este retrato faria seguramente parte
[esta publicação pode também ser vista aqui]